
E não estranhe a minha estranheza,
Pois maluquice, assim como beleza,
não se bota sobre a mesa.
Sumo e volto, volta e meia,
vezes deixo de partir.
Deixo pouco e levo muito,
mas guardo um pouco para ti.
Pois se a cada segundo que passa, o ponteiro se move.
Então é um pingo que escorre, do tempo da vida.
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