
As vezes me prego de louco por ver onde todos enxergam mas entendem tão pouco.
Não da maneira em que os olhos me mostram.
Eu vejo com a mente e ela, nada barra.
Nem as pálpebras mais dormentes.
De-se o direito de brincar de bobo.
Pois de bobo faça com que as pessoas não se levem tanto a sério.
Em consequência, idéias saltarão e mais criativas serão.
Fazer da criatividade o sexo da nossa vida mental.
Pensar na idéia como viva.
Gere-a, desenvolva-a, e a deixe morrer.
Foda-se com criatividade e use-a como instrumento para essa transa.
Sinta-se no prazer em olhar aquilo que todos vêem e pensar diferente.
Pode se evitar caminhos sem saída, mas porque não, descobrir o que existe no final deles ?
Inspirações de R. Von Oech.
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