
Aposto quando nada tenho e mesmo assim aposto tudo o que tenho.
E ao mesmo tempo que nada tenho a perder, perco tudo ao mesmo tempo.
E vou embora com algo a mais que poderia ter tido.
Mas perdi tudo e nada, agora, é tudo o que tenho.
Maldito jogo de azar.
Aposto tudo no azar.
É a sorte que tenho.
E ao mesmo tempo que aposto tudo o que não tenho, aposto na sorte.
E vou embora com o azar que sempre tive, agonizando tanta sorte nesse jogo de azar.
Um comentário:
Guilherme,
A vida é um jogo!
Apostemos tudo, então.
Só o que está morto não muda.
Abraços, flores, estrelas.
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